
Na noite de 23 de dezembro de 1980, um avião cai na
fronteira entre a França e a Suíça, deixando apenas uma sobrevivente:
uma bebê de 3 meses. Porém, havia duas meninas no voo, e cria-se o
embate entre duas famílias, uma rica e uma pobre, pelo reconhecimento da
paternidade.
Numa
época em que não existiam exames de DNA, o julgamento estende-se por
muito tempo, mobilizando todo o país. Seria a menina Lyse-Rose ou
Émilie? Mesmo após o veredicto do tribunal, ainda pairam muitas dúvidas
sobre o caso, e uma das famílias resolve contratar Crédule Grand-Duc, um
detetive particular, para descobrir a verdade.
Dezoito
anos depois, destroçado pelo fracasso e no limite entre a loucura e a
lucidez, Grand-Duc envia o diário das investigações para a sobrevivente
Lylie e decide tirar a própria vida. No momento em que vai puxar o
gatilho, o detetive descobre um segredo que muda tudo. Porém, antes que
possa revelar a solução do caso, ele é assassinado.
Após
ler o diário, Lylie fica transtornada e desaparece, deixando o caderno
com seu irmão, que precisará usar toda a sua inteligência para resolver
um mistério cheio de camadas e reviravoltas.
Em
O voo da libélula, o leitor é guiado pela escrita do detetive enquanto
acompanha a angustiada busca de uma garota por sua identidade.

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