
Ao longo de uma década de serviço, incluindo diversas
incursões ao Iraque e a outras zonas de combate durante o auge da
chamada Guerra ao Terror, Chris Kyle, atirador de elite dos Seals,
alcançou o recorde de mais de 150 mortes confirmadas pelo Pentágono.
No
livro, ele fala abertamente dos sofrimentos da guerra, da morte brutal
de alguns companheiros, da ação como atirador e da frieza e precisão que
desenvolveu ao longo do serviço, lançando luz não só sobre a
perturbadora realidade dos combatentes como também sobre a extrema
dificuldade da readaptação dos que retornam ao lar.
Em
2013, Chris Kyle foi assassinado a tiros por um veterano da guerra do
Iraque que sofria de estresse pós-traumático, e sua história estará nos
cinemas em 2015 em filme homônimo ao livro, dirigido por Clint Eastwood e
estrelado por Bradley Cooper.
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