Neste livro, Luke Fitzwilliam é um policial aposentado que volta para a
Inglaterra a fim de descansar. Seus planos imediatos são apostar nos
cavalos, reencontrar velhos amigos e, acima de tudo, se divertir. Mas,
ao pegar o trem de volta para Londres, uma velhinha senta ao seu lado e
começa a contar uma história aparentemente sem pé nem cabeça, e que
envolve vários assassinatos. A velhinha é a sra. Pinkerton, e Luke só
lhe dá atenção porque ela lembra sua tia Mildred. Para a surpresa do
ex-policial, a moradora de Wychwood-under-Ashe está indo a Londres com a
intenção de denunciar à Scotland Yard uma série de crimes. Como se não
bastasse, a velha senhora inglesa ainda prevê quem será o próximo
morador da cidadezinha a morrer – o médico Humbleby. Após descer do
trem, Luke não consegue esquecer o que ouviu. Qual não é seu espanto
quando, um dia depois, lê no jornal que a sra. Pinkerton morreu
atropelada. Além disso, Luke fica sabendo – em um intervalo pequeno de
tempo – que o médico Humbleby também está morto. Para o ex-policial as
coincidências são muitas para serem apenas ‘coincidências’. Decide,
então, começar uma investigação por conta própria. Luke parte para
Wychwood-under-Ashe em busca de um assassino que nem tem certeza se
existe, pois todas as mortes parecem ter sido de causas naturais. Porém,
em se tratando de mais uma história da dama do crime, é mais provável
que a sra. Pinkerton esteja certa.

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